23.1.09
Novos desafios!
3.10.08
Enfim, casados!
5.9.08
As doces descobertas
22.7.08
Curso de Noivos - Mais uma etapa vencida
14.7.08
Enquete e lista de presentes
Cada vez mais perto...
4.6.08
O convite de Casamento
1.6.08
O Vestido de Noiva
28.5.08
O significado do Dia 19 de Setembro
27.5.08
Decisão Irreversível
28.2.08
Ano Novo, Vida Nova
6.1.08
Escritores da Liberdade
2.1.08
Presente mais do que especial
11.11.07
Preparação para o Chá de Panelas
30.10.07
Um novo passo
21.7.07
Gincana PUCRS 2007


26.3.07
Cartas de Amor
Mas nem sempre as cartas eram só de saudade, às vezes eram de cobrança, porque ele ficara trabalhando e não pudera me ver. Muitas dessas cartas não foram entregues, pois depois de relê-las, sempre achava injustiça e não entregava.
Hoje, em que praticamente moramos juntos, a situação já é bem diferente. As conversas e as cobranças vêem pessoalmente, ao pé do ouvido, quando no escuro do nosso quarto somos um só coração em dois corpos. Às vezes consigo arrancar alguma coisa daquela cabecinha que insiste em viver no mundo de ostra dentro do qual eu o conheci, mas na maioria das vezes quem desabafa, quem chora, quem demonstra toda a fragilidade sou eu. Me critico por isso, por ser tão sensível, mas ao mesmo tempo me considero autêntica, não tenho meias-verdades, falo e demonstro o que sinto.
Agora ele reclama da ausência das cartas, mas o fato da freqüência delas ter diminuído não significa que o amor ou o carinho diminuíram, muito pelo contrário, significa que estamos amadurecendo e conseguindo falar mais do que escrever. Mesmo com esse blog, que foi também uma forma de aproximação, o fato de me esconder menos atrás do papel e da caneta revelam a solidez que estamos buscando para nossa relação. Acredito que estamos no caminho certo, basta que aumente um pouco a reciprocidade quanto a se abrir, que as conversas às escuras não sejam discursos solitários e sim, troca de idéias!